sexta-feira, 27 de abril de 2012

Com economia em recessão, Espanha amarga desemprego de 24,44%.


A crise do capitalismo globalizado, que afeta, principalmente, a Europa, agrava-se a cada dia. Nos países mais, digamoss, pobres da Europa, são os que mais sofrem com suas dívidas, que paralizam a economia, levando ao desespero milhões de pessoas pelo crescente desemprego.

Segundo a Agência EFE (leia AQUI), o número de desempregados na Espanha aumentou em 365.900 pessoas no primeiro trimestre deste ano, chegando a 5.639.500, o que representa um índice médio de 24,44% da população ativa e um novo recorde.

Segundo a Enquete de População Ativa (EPA) publicada nesta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no primeiro trimestre do ano a ocupação diminuiu em 374.300 pessoas, a 17.433.200 trabalhadores, com uma taxa de atividade de 59,94%.

A Espanha supera em muitos pontos a média de desemprego da União Europeia, que é de 10,2% - 10,8% nos países da zona do euro -, segundo os últimos dados do escritório de estatística europeu, a Eurostat, divulgados em 2 de abril.

Na Europa, o país é seguido pela Grécia, onde o desemprego é de 21%, e Portugal, que tem índice de 15%.

O Banco da Espanha confirmou em 23 de abril que a economia do país está novamente em recessão, com uma queda de 0,4% no primeiro trimestre do ano e uma previsão de contração de 1,7% ao longo do ano.

Mas não é somente a Europa que passa pela crise, o mundo inteiro está em ritmo de desaceleração. No Brasil também já são notados claros sinais de contágio, com a queda da atividade industrial e um aumento, mesmo que pequeno, preocupante das taxas de desemprego no País.   

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